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O que eu não falo mas o outro interpreta

22 de jun. de 2012




A comunicação é muito maior do que apenas a fala de uma conversa. Alguns
comportamentos nos dizem muito. Vamos pensar em alguns: 

* O timbre de voz – Nos remete às emoções do momento em que se processa a comunicação e, portanto, concluímos muitas coisas.

* O olhar – É o “olho no olho” ou há desvios, e de que tipo? Temos o hábito de associar o olhar à credibilidade, daí resulta outra série de julgamentos e interpretações.

* O corpo – Está relaxado ou tenso? Também temos uma enorme gama de sentimentos e impressões com relação a isso, quem não se lembra da famosa frase: “O corpo fala”?

* A apresentação – Não quero falar aqui da aparência, e sim da forma de se apresentar, como roupa adequada ao local, limpeza, etc. Também temos uma série de modelos, ideários e impressões.

* O contexto – Em muitas de nossas falas, deixamos de maneira subliminar uma série de valores e emoções. Costumamos passar preconceitos (todos nós temos alguns, de uma forma ou de outra), crenças, costumes sociais, preferências, etc.

Isso tudo acontece comigo, com você, com nossos amigos, inimigos, ou seja, com todas as pessoas. E, todos nós, em maior ou menor grau, percebemos esses elementos de comunicação mais ou menos como se houvesse quatro pessoas em uma conversa de duas. Dá impressão de que há um cara comigo dentro da minha cabeça e outro com a pessoa com a qual acontece a conversa. Portanto, uma comunicação fica melhor se “fecharmos” a quatro. 

Todo ser humano é um comunicador por natureza, logo, quanto mais elementos aprender a utilizar, melhor ele conseguirá ser. 

Texto: Francisco Tibiriçá, consultor de treinamentos da WTF Brasil. 

Desfile Victoria´s Secret

2 de dez. de 2010

A CBS exibiu na noite da última terça-feira nos Estados Unidos a edição 2010 do “Victoria’s Secret Fashion Show”, o evento anual da marca norte-americana especializada em lingeries. Entre as belas modelos que desfilaram pela passarela montada no Lexington Armory, em Nova York, passaram também conhecidos ginastas norte-americanos.
Liderados pelo vice-campeão olímpico Morgam Hamm, os atletas participaram de um número ao lado da brasileira Isabeli Fontana. No desfile, a modelo entrou na passarela vestida apenas com uma bela lingerie e segurando um haltere.
Os ginastas simularam alguns exercícios, como pequenas cambalhotas, mas o rosto de cada um deles enquanto Fontana desfilava era impagável.
Na foto acima, o boquiaberto da direita é Sasha Artemev, russo naturalizado norte-americano que conquistou o bronze por equipes em Pequim-2008.

Crédito: Divulgação

A elegância no comportamento

14 de out. de 2010

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara : a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
 É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
 É uma elegância desobrigada.
 É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.  Nas pessoas que escutam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
 Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
 É possível detectá-la em pessoas pontuais.
 Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
 Oferecer flores é sempre elegante.
 É elegante não ficar espaçoso demais.
 É elegante você fazer algo por alguém e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
 É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
 É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
 É elegante retribuir carinho e solidariedade.
 É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
 Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
 Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
 É elegante a gentileza; atitudes gentis falam mais que mil imagens...
 Abrir a porta para alguém? É muito elegante.
 Dar o lugar para alguém sentar? É muito elegante.
 Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
 Oferecer ajuda? Muito elegante.
 Olhar nos olhos ao conversar? Essencialmente elegante.
 Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
 A saída é desenvolver em si mesma a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
 Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.
Martha Medeiros

Glamour

13 de out. de 2010

Em um primeiro momento a gente pode até associar a palavra a coisas sofisticadas e tal, mas apurando um pouco a atenção em direção ao real sentido, é fácil descobrir uma noção revisada. Hoje, ser glamurosa passa essencialmente pela capacidade de agir com autenticidade. De ser quem a gente é com segurança e conforto.
Tá aí um conceito que combina. Ser  glamurosa tem a ver com sentir-se confortável. Por que?… porque é assim que nos sentimos espontâneas e naturais, e dessa forma, somos o que melhor somos.  E quais são as situações que nos fazem sentir assim, senão, justamente, aquelas em que o bem estar é o principal?!… Então, namorar é muito glamouroso, certo? Assim como viajar, tomar um café, sentar-se num bar sofisticado portando uma bela roupa, ou fazer um piquenique num fim de tarde com a roupa mais gostosa de vestir que se tem. O glamour acontece quando o sorriso que se tem nos lábios enfeita a gente toda, e irradia. Contagia. Glamour é algo que traduz o estado de dentro. O como somos na alma. É algo que fala sem falar, resultado das nossas escolhas de como viver. Escolher ser uma mulher glamurosa, ultrapassa aquelas cenas estonteantes dos anos cinquenta, com todos aqueles vestidos e cabelos e mulheres cinematográficas. Era glamour na melhor expressão da palavra, claro, mas descobrimos umas coisinhas a mais daqueles tempos pra cá.
Descobrimos que a beleza não precisa seguir um padrão. Descobrimos que estilo é uma coisa que pode sim ser muito pessoal, que moda é pra nos divertir e não escravizar, descobrimos que a simplicidade contém muita beleza e que pose a gente sabe fazer, mas sem tantas amarras, de forma mais leve e natural. Dentro de todos os vestidos, mas também de manhã, de pijaminha, na forma como saudamos o dia, nas letras que escolhemos ler, no sorriso que conseguimos oferecer mesmo ‘quando tudo pede um pouco mais de calma’, na sensualidade de andar pelas calçadas, pelos corredores, pelas salas, pelas avenidas da vida.
Glamour é conseguir encantar as vidas das pessoas e marcar nossa passagem com predicados precisos, parceiros poderosos da beleza e da elegência: delicadeza, caráter, simpatia, opinião, suavidade, charme, sensualidade, descontração, bom humor, autenticidade, flexibilidade.

Fonte: Maria Filó

A sua expressão na moda

10 de set. de 2010

O que é brega hoje pode estar na moda amanhã. Como exemplo, temos os clogs, que já foram moda, viraram brega e agora são "hit". Desarme-se dos preconceitos e faça a sua moda!! Nos expressamos através do que vestimos, no entanto, o que mais importa é ter confiança e transmitir sua personalidade.
Beijos!!
DARIANE VALE - MODA E GESTÃO
LAYOUT POR LUSA AGÊNCIA DIGITAL