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O que eu não falo mas o outro interpreta

22 de jun. de 2012




A comunicação é muito maior do que apenas a fala de uma conversa. Alguns
comportamentos nos dizem muito. Vamos pensar em alguns: 

* O timbre de voz – Nos remete às emoções do momento em que se processa a comunicação e, portanto, concluímos muitas coisas.

* O olhar – É o “olho no olho” ou há desvios, e de que tipo? Temos o hábito de associar o olhar à credibilidade, daí resulta outra série de julgamentos e interpretações.

* O corpo – Está relaxado ou tenso? Também temos uma enorme gama de sentimentos e impressões com relação a isso, quem não se lembra da famosa frase: “O corpo fala”?

* A apresentação – Não quero falar aqui da aparência, e sim da forma de se apresentar, como roupa adequada ao local, limpeza, etc. Também temos uma série de modelos, ideários e impressões.

* O contexto – Em muitas de nossas falas, deixamos de maneira subliminar uma série de valores e emoções. Costumamos passar preconceitos (todos nós temos alguns, de uma forma ou de outra), crenças, costumes sociais, preferências, etc.

Isso tudo acontece comigo, com você, com nossos amigos, inimigos, ou seja, com todas as pessoas. E, todos nós, em maior ou menor grau, percebemos esses elementos de comunicação mais ou menos como se houvesse quatro pessoas em uma conversa de duas. Dá impressão de que há um cara comigo dentro da minha cabeça e outro com a pessoa com a qual acontece a conversa. Portanto, uma comunicação fica melhor se “fecharmos” a quatro. 

Todo ser humano é um comunicador por natureza, logo, quanto mais elementos aprender a utilizar, melhor ele conseguirá ser. 

Texto: Francisco Tibiriçá, consultor de treinamentos da WTF Brasil. 

O corpo fala

28 de mai. de 2012


O corpo fala é uma daquelas máximas de linguagem corporal que quase todo mundo já ouviu por aí. Apesar disso, muita gente se atrapalha na hora de transmitir os sinais certos durante uma entrevista de emprego, uma  apresentação no trabalho ou até mesmo na hora de pedir uma promoção de cargo.

Dominar a linguagem do próprio corpo é tão fundamental quanto saber falar bem, segundo os autores do recém-lançado “Guia de estilo para candidatos ao poder” (Editora Senac São Paulo), Luci Molina, Milla Mathias e Sergio Kobayashi. O livro, que aborda um cenário político, pode muito bem ir parar no ambiente de trabalho, onde transmitir confiança é tão importante quanto ser competente. Para motivar as mulheres que desejam melhorar sua imagem profissional sem apelar para a autopromoção, o GNT separou seis dicas do livro, assinadas pelo psicólogo e especialista em linguagem corporal Sérgio Senna Pires, que resumem os principais sinais a serem evitados nos contatos de trabalho. Um alerta: as mãos são a parte do corpo que mais exigem controle. Veja mais:

Pés em movimento: ir e vir enquanto alguém fala ou simplesmente mexer os pezinhos enquanto se está sentada representa nervosismo e tensão. Controlar esses sinais ajudam a enviar uma mensagem de segurança às pessoas que estão ao redor de uma conversa ou de uma reunião.

- Mãos nervosas: apontar para os outros é um gesto associado à hostilidade, por isso, deve ser sempre evitado. Apenas ao final de um discurso positivo, vale apontar para algum interlocutor na platéia que possa ter influenciado na apresentação, de forma a criar um vínculo ou demonstrar agradecimento.

- Mãos no bolso: Os interlocutores podem interpretar o gesto como nervosismo ou distância daquilo que se fala. “Caso sinta necessidade, coloque apenas uma das mãos no bolso e utilize  a mão livre para gesticular”, recomenda o psicólogo Sérgio Senna Pires.

- Mãos nos quadris: Além de não ser nem um pouco charmoso, o gesto transmite falta de educação. “Pode-se achar que a pessoa é autoritária, prepotente, agressiva ou exibida, o que dificultará o acolhimento da mensagem”, explica o especialista.

- “Golpes de caratê”: movimentos bruscos que sugerem cortes no ar são sempre mal vistos. Em vez disso, mostrar as palmas da mão em uma conversa animada ou em um discurso passam uma atitude mais receptiva, em vez de ameaçadora.

- Braços cruzados: Falar em público nessa posição é um gesto que pode afastar as pessoas, que podem interpretá-la como distância, resistência, barreira e obstrução.

Tenho certeza que com essas dicas você se sairá bem em qualquer ocasião!
Sucesso!!

Texto: GNT
DARIANE VALE - MODA E GESTÃO
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