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6 tendências de comunicação e marketing para 2022

28 de dez. de 2021

 

6 tendências de comunicação e marketing para 2022

6 tendências de comunicação e marketing para 2022

*Por Talita Scotto

Está mais do que claro que a pandemia mudou a forma de trabalho, acelerou a digitalização de empresas e consumidores, além de transformar a maneira como os eventos acontecem – tudo isso abriu mais espaço para a inovação das marcas-, acesso a talentos sem fronteiras e, claro, a internet se tornou território ainda mais constante de todos.

Diante disso, confira 6 tendências de comunicação e marketing que podem auxiliar as estratégias da sua empresa em 2022.

1) A volta dos eventos presenciais e o formato híbrido

Os eventos online foram muito bem-vindos durante a pandemia e houve um grande avanço neste quesito, mas o presencial pode ganhar força em 2022. Para o próximo ano, a expectativa é de 700 feiras e evento de negócios no Brasil, de acordo com a Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios).

Feiras como a Couro Moda, uma das principais do setor de moda e calçados, já é uma das primeiras a abrir o ano com transmissão ao vivo das palestras presenciais, reforçando o sucesso de eventos no formato híbrido.

2) Publicidade Autêntica

Para 64% dos jovens entre 16 e 24 anos, a publicidade tradicional não impacta mais.  Estes dados são do Think With Google e mostram que autenticidade é a melhor forma de engajar as marcas com a geração Z.  Como destaque vemos o crescimento do TikTok e o interesse pela presença de marcas que veem nos influenciadores e na capacidade do app, em levar sua comunicação para um público que quer algo cada vez mais próximo do real.

Ser espontâneo, ter bom-humor e uma boa CTA podem conduzir marcas ao sucesso.

3) Produção de conteúdo

Parece mais do mesmo, mas a criação de conteúdo se tornará ainda mais importante quando falamos de gerar interesse em meio a consumidores cada vez mais conectados. Se estamos mais grudados nas telas, reter atenção é mais desafiador.

Portanto, criar conteúdo multiplataforma é ainda mais necessário e isso não significa que eles devam ser iguais, mas sim, que possam engajar dentro do formato de cada plataforma. Isso também envolve co-criação com influenciadores.

4) Canal exclusivo de comunicação e captação de dados

Acessar o consumidor pode ser tornar ainda mais difícil no futuro, isso porque até 2023 o Google pode deixar de rastrear os Cookies, que são fundamentais para campanhas de marketing e remarketing. Desta forma, o mercado ainda aguarda um substituto aos cookies, mas também já pode se adiantar para criar estratégias de comunicação exclusivas com o seu cliente.

Pensar em canais exclusivos de relacionamento, como portais, blogs e landing pages próprios para relacionamento com o cliente e captação de dados (desde que adequados a LGPD) é uma saída. A partir daí, nutrir estes leads com qualidade é o próximo passo para ganhar autoridade criando uma comunicação eficiente nos canais digitais.

5) Influenciadores digitais

Para o Influencer Marketing, 82% das pessoas acreditam na opinião de influenciadores digitais e eles continuam como interlocutores importantes na comunicação, visibilidade e conexão entre marcas e consumidores. A Satiko, persona/influenciadora digital da apresentadora Sabrina Sato, é um exemplo recente das novas experiências que o marketing de influência pode proporcionar. Mais conteúdos e mais oportunidades de negócios.

6) Programa de assinaturas para “tudo”

Se você já foi impactado por diversos planos para assinar algo que gosta, prepare-se porque a tendência é que, cada vez mais, haja uma crescente nas assinaturas – principalmente em plataformas de stream.

Com mais público consumindo o que realmente gosta, a publicidade também tende a migrar da mídia tradicional para ambientes em que já conhece seu cliente e pode entregar uma comunicação mais customizada e assertiva.  

Talita Scotto é diretora da Agência Contatto, empresa de Digital PR com 12 anos de expertise no mercado de comunicação.


{Gestão} Voce acredita em público-alvo?

20 de jul. de 2015

Voce acredita em publico alvo?

Em uma reportagem incrível com Massimiliano Giornetti, que está a frente da direção criativa da Ferragamo há 15 anos, um dos pontos que me chamou a atenção foi o seu posicionamento em relação aos desafios diários de quem está no mundo da moda desde criança. 
Ele sempre trabalhou em ambiente criativo; no entanto, na fase atual, não viaja para buscar referências nem procura inspiração, como a maioria dos estilistas fazem. Ele usa apenas as lembranças, os momentos, as pessoas, os sonhos e fantasias, ativando sempre a sua curiosidade em relação a tudo ao seu redor para criar novas coleções.
Voce acredita em publico alvo?

A direção criativa da marca é um trabalho de muita responsabilidade, não apenas na criação, mas na supervisão de todos os elementos do negócio. Tudo tem uma base de referência para criar um estilo de vida que é transmitido através das suas coleções.
Voce acredita em publico alvo?

Público-alvo

O diretor criativo da Ferragamo não acredita mais em público-alvo. Ele acredita no bom gosto, na mistura de tradição e modernidade, mas também na excelência de trabalho. As pessoas estão interessadas na beleza e na estética; a moda vai muito além de target e idades.
A marca criou uma ideia geral de modernidade, sem deixar de representar seus valores.

Não podemos generalizar a trazer a mesma ideia para o mercado brasileiro, que é vasto e tem inúmeras opções, gostos e estilos. Cada marca é um case de estudo, cada uma com o seu publico, seu valor e principios. E você, acredita em publico alvo? Usa ele como estratégia para sua empresa? (Entrevista na Elle Brasil)


Um grande abraço!


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Gucci: Malas de seda japonesa para as vítimas do Tsunami

18 de jul. de 2013


A Gucci prepara-se para lançar malas com seda japonesa para ajudar vítimas do tsunami de 2011.


A marca associou-se a um fabricante tradicional de seda japonesa para criar um série exclusiva de 10 malas que serão vendidas a 3600 euros cada uma.

As malas foram confeccionadas com seda sendaihira, um material de luxo que data do período Edo (1603-1867), doada por um artesão da região, e que é uma seda feita à mão usada tradicionalmente para fazer «hakamas», as calças masculinas usadas originalmente pelos samurais.

O artesão Yohio Koda, de 84 anos, reconhecido como uma lenda viva pelo governo japonês, cedeu à Gucci um «tan» (11 metros de tecido com 34 centímetros de largura) de seda, avaliado em vários milhões de euros.

As malas, que são o resultado da primeira parceria com artesãos japoneses, são fabricadas com pele e bambu e forradas com a valiosa seda impressa com raias que evoca Sendai, uma cidade à beira mar cercada de florestas, segundo o jornal Asahi.

Algumas das peças já foram colocadas à venda numa loja de Sendai enquanto que as restantes serão vendidas em Tóquio e Osaka a partir de setembro.

Os lucros destinam-se aos trabalhos de reconstrução em Sendai depois do terramoto e tsunami do Japão de 2011.

«É uma grande honra que a minha seda se transforme numa ponte entre Sendai e a Itália e que eu possa contribuir para a reconstrução após o desastre», afirmou o artesão ao jornal Yomiuri.

O Japão é, para alguns especialistas, uma lição de branding, com algumas marcas nipónicas a constar na lista das mais valiosas do mundo.
Sucesso!!!!


Sabe qual é a marca de moda mais poderosa do mundo?

3 de out. de 2012

A Louis Vuitton é a marca de moda mais poderosa do mundo. A grife francesa bateu concorrentes de peso como Prada e Gucci no ranking que elenca companhias de acordo com o que valem no mercado. Numa lista geral, que considera não apenas as empresas de moda, a Vuitton chegou à surpreendente 17ª posição, atrás de famosas como Google e Apple.








O segundo lugar no ranking de moda ficou com a loja de fast fashion H&M, que tem lojas espalhadas por vários países e começa no ano que vem sua expansão para a América Latina. De filosofia de moda barata, fica bem longe do espírito luxoso da Vuitton, mas mais próxima da Zara, a terceira colocada. A lista das "mais mais" da moda tem a Gucci em quarto lugar, a Hermès em quinto e a Burberry na sexta posição.

Confira mais posições de acordo com a Best Global Brands.

1. Louis Vuitton
2. H&M
3. Zara
4. Gucci
5. Hermès
6. Burberry
7. Prada
8. Ralph Lauren
9. Gap

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Embalagem: poderosa ferramenta de marketing

27 de fev. de 2012


As empresas cujos produtos utilizam embalagens têm em suas mãos uma poderosa ferramenta de marketing e um importante veículo de comunicação com seus consumidores. Os produtos, preços e as marcas se tornam a cada dia mais parecidos, o que os marqueteiros chamam de comoditização. Neste cenário, a embalagem passou a ter papel de extrema importância para a venda de produtos. 
 
A função da embalagem do ponto de vista logístico é proteger o produto da origem ao destino. Já no varejo a sua principal função é atrair e seduzir para vender. A embalagem é determinante na hora do consumidor escolher um produto, ela tem que se destacar e interagir com ele. A cada nova estação ou evento comemorativo, a criação de novas embalagens é um desafio que requer criatividade e audácia por parte dos fabricantes e lojistas, caso contrário os pacotes não passam de embrulhos.
 
As embalagens estão se transformando no principal diferencial competitivo para a maioria das marcas. Até porque os produtos de consumo já não apresentam tantas inovações no conteúdo em si. Mais de 90% dos produtos disponíveis no mercado não contam com nenhum apoio de propaganda ou marketing. Para esses, o único recurso de comunicação é a própria embalagem. 
 
Campanhas promocionais bem articuladas utilizam várias formas de abordagem, incluindo as embalagens. O ideal é que todas as vezes que uma empresa for veicular uma nova campanha de mídia, seus produtos sejam ajustados para que em seus rótulos e embalagens apareçam mensagens que façam a ligação com o que está sendo divulgado. 
 
As embalagens podem ser desenvolvidas pelo fabricante, agências de propaganda, consultoria de marketing ou departamento de design das empresas. 
 
Na concorrência pela preferência dos consumidores, será cada vez mais comum o desenvolvimento de embalagens específicas para serem usadas em projetos também específicos, por iniciativa dos fabricantes ou varejistas, para se destacarem nas datas especiais. 
 
Não importa a área de atuação ou categoria onde seus produtos competem, sempre haverá o que comunicar e ações de comunicação que podem ser desenvolvidas utilizando a embalagem como suporte. Não há mais razão objetiva para se manter um visual imutável por mais de alguns meses. Hoje é possível implementar programas de marketing integrado às embalagens que mantenham uma constante dinâmica de mudança, o que faz com que a embalagem se apresente sempre renovada e com novas mensagens aos seus consumidores.
 
Soeli de Oliveira é consultora e palestrante nas áreas de marketing, varejo, atendimento e motivação do Instituto Tecnológico de Negócios – e-mail: soe...@sinos.net – Novo Hamburgo – RS.

Histórias das marcas: BOTTEGA VENETA

25 de jan. de 2012


A BOTTEGA VENETA é uma grife em ascensão no concorrido e bilionário segmento de luxo. Conhecida por suas bolsas, sapatos e cintos feitos impecavelmente em couro, cujos valores ultrapassam sem muita dificuldade a barreira de €1.000, a marca italiana não ostenta logotipo (seu nome é escrito por extenso no interior de seus produtos). Discreta, a italiana BOTTEGA VENETA domina hoje as páginas iniciais das principais revistas de moda internacionais.



A história

A história da BOTTEGA VENETA, que em italiano significa “loja veneziana”, mas nasceu em Vicenza, cidade ao norte da Itália reconhecida por abrigar até hoje hábeis ourives, começou em 1966 quando o casal Vittorio e Laura Moltedo inaugurou um pequeno, porém dinâmico negócio que manufaturava produtos e artigos luxuosos em couro. Desde seu nascimento, a marca italiana ficou conhecida por tratar o couro usado em sapatos, bolsas e acessórios com o mesmo cuidado com que um artesão manipula filetes de ouro. Seu maior patrimônio era - e continua sendo - o“Intrecciato”, o couro trançado, quase como uma cesta. Para a BOTTEGA VENETA, o desfile dos logotipos de maneira óbvia era considerado um tipo de traição ao princípio do produto feito à mão, que é único e pessoal. As iniciais BV só apareciam discretamente dentro das bolsas.


No final da década de 70, a marca italiana lançou, em 1978, o que viria a se tornar um de seus maiores ícones: as pequenas bolsas de mão para festas (conhecida em inglês como “Knot”). Na década de 80 os acessórios da grife se tornaram extremamente populares entre os freqüentadores da lendária boate novaiorquina Studio 54, tendo no cultuado artista pop americano Andy Warhol, um de seus mais notáveis divulgadores. Na década de 90, o interesse pela marca despencou e a BOTTEGA VENETA se viu restrita a um punhado de consumidores abonados. Foi quando a família Moltedo resolveu contratar em 1998 o jovem estilista inglês Giles Deacon para literalmente “chacoalhar a marca”. Sob seu comando a grife lançou a primeira coleção pret-à-porter (roupas) em 2000. O sucesso foi imediato, apesar de suas criações espalhafatosas, e BOTTEGA VENETA começou a chamar a atenção de outras grandes marcas de luxo.


Em julho de 2001 o Grupo Gucci comprou 66% da BOTTEGA VENETA. A primeira providência dos novos proprietários foi contratar um novo diretor criativo, o alemão Tomas Maier, para revitalizar a marca, dando um novo impulso, mantendo o estilo clássico e atemporal, lançando a sua primeira coleção de ready-to-wear, tanto para mulheres como para homens. Era o renascimento da marca italiana no concorrido mercado de luxo.
Com o suporte financeiro dos novos proprietários, pouco a pouco, a BOTTEGA VENETA, então com apenas 17 lojas no mundo, foi crescendo, inaugurando lojas em outros países (como em 2002, quando abriu três lojas localizadas em Paris, Londres e Milão) e fazendo produtos cada vez mais de alta qualidade, estilo e extremo luxo, cujos preços beiravam o absurdo.




Em 2004, além do lançamento da sua primeira coleção de joalheria, a marca italiana inaugurou uma enorme loja de dois andares em plena Quinta Avenida na cidade de Nova Iorque, dando um belo exemplo de como crescer sem perder a aura de boutique. Na loja, cada um dos puxadores das portas é feito em couro - e à mão - os tapetes são de lã artesanal da Nova Zelândia e há uma sala dedicada a artigos feitos sob medida em couro para homens e mulheres. Tem clima de pequena butique dentro de uma imensa loja. Em 2006 a grife italiana expandiu sua área de atuação ao lançar uma luxuosa e moderna coleção de móveis para casa. Neste mesmo ano inaugurou sua segunda loja em Paris, localizada na badalada Avenida Montaigne. Além disso, no verão, inaugurou uma escola para ensinar o ofício de trabalho artesanal em couro chamada Veneta della Scuola Pelletteria, que apóia e ajudas as novas gerações de artistas. Nos anos seguintes a BOTTEGA VENETA levou seu estilo clássico e luxuoso para outros segmentos, lançando coleções de óculos.


Recentemente, assim como muitas de suas marcas concorrentes, a BOTTEGA VENETA também está investindo na Índia, na China, Turquia, Ucrânia e Rússia, procurando atingir os consumidores famintos por produtos de luxo desses mercados emergentes. Além disso, no final de 2009, a marca italiana e a Coty, líder global no segmento de produtos para beleza, anunciaram a formação de uma exclusiva parceria para criar, desenvolver e distribuir uma linha de fragrância sob a grife BOTTEGA VENETA. 



A cada coleção, a marca italiana, que não ostenta tendências, persiste produzindo peças com um couro impecável, cores elegantes e modelos discretos. Crescendo silenciosamente e com um perfil discreto, sem alardear seu logotipo, a marca foi adotada por celebridades como a apresentadora Oprah e Jennifer Lopez, que apareceram em público utilizando seus exclusivos e sofisticados produtos. 



Discrição para alcançar o sucesso


Atualmente a grife italiana, que possui bolsas cujos preços variam de US$ 1.500 a US$ 75.000, está sendo discretamente comparada a lendária Hermès e aparece como a segunda maior força do conglomerado de luxo PPR, atrás somente da Gucci. O segredo? A BOTTEGA VENETA mostrou que tem o DNA do luxo e cresceu porque soube se posicionar. O famoso lema da marca italiana, “Quando suas próprias iniciais são suficientes”, expressa uma filosofia de individualidade e confiança que está no centro do compromisso da BOTTEGA VENETA no que se refere ao luxo e ao artesanato insuperáveis. Até agora a marca se manteve autêntica, evitando aderir à “logomania” do luxo e atraindo cada vez mais aquele consumidor atualizado e avesso às ostentações mais óbvias. No longo prazo, esta é uma estratégia que preserva a integridade da marca.




Além disso, ao longo do tempo ela resistiu às tentações de abaixar seus preços para atingir um mercado maior e se tornar uma marca mais convencional e de alta difusão. Ao invés disso, concentrou-se em coleções bem direcionadas, mantendo sua qualidade diferenciada tanto na manufatura quanto no atendimento ao cliente, sem oferecer brindes ou descontos. 


Dados corporativos
● Origem: 
Itália● Fundação: 1966● Fundador: Vittorio e Laura Moltedo● Sede mundial: Vicenza, Itália
● Proprietário da marca: 
PPR Group● Capital aberto: Não (subsidiária)
● CEO & Presidente: 
Marco Bizzarri● Diretor criativo: Tomas Maier● Faturamento: €511 milhões (2010)
● Lucro: €133 milhões (2010)
● Lojas: 155 
● Presença global: 
80 países● Presença no Brasil: Não
● Funcionários: 
1.536● Segmento: Moda de Luxo
● Principais produtos: 
Sapatos, bolsas e acessórios● Ícones: O couro trançado e os sapatos de camurça● Slogan: When your own initials are enough.
● Website: www.bottegaveneta.com

A marca no mundo

Os exclusivos produtos da BOTTEGA VENETA, que incluem bolsas, artigos de vestuário para homens e mulheres, malas e jóias sofisticadas, entre outros itens, são comercializados nas mais sofisticadas lojas de departamento do mundo e em suas mais de 155 lojas próprias, localizadas em países como Itália, Estados Unidos, França, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Grécia, Rússia, Turquia, Japão, Índia, China, Hong Kong, Singapura, Indonésia, Kuwait, Malásia, Arábia Saudita e Dubai. Os produtos em ouro (bolsas, malas e carteiras) representam 83% das vendas, as roupas 7% e os sapatos 6%. Os maiores mercados da marca são: Ásia-Pacífico (31%), Japão (24%), Europa (26%) e América do Norte (16%).

Você sabia?
● Em 2008, a BOTTEGA VENETA ganhou o prêmio de marca mais luxuosa do mundo organizado pelo Luxury Institute.
● No atelier da marca na cidade de Vicenza, trabalham 150 hábeis artesões especialistas na confecção de artigos em couro.

Próximo post:
o verão 2012 da Bottega Veneta!

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Fonte: Mundo das Marcas
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