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Como avaliar a veracidade de uma informação

17 de jul. de 2014

Neste mundo digital, em que a informação é rápida - a facilidade de curtir e compartilhar é imensa - devemos ter muito cuidado ao propagar informações que não sejam verdadeiras. E, como líderes, gestores e formadores de opinião, é mais sério ainda - pode deixar uma imagem pessoal não muito confiante, concordam? 

Bem, segundo o Manual de Verificação, alguns pontos fundamentais devem ser seguidos antes de pensar em compartilhar algo que você não tem total conhecimento de causa (eu já sigo!):

  • Antes que desastres e notícias urgentes aconteçam, determine uma série de procedimentos a serem seguidos.
  • Crie e desenvolva fontes humanas.
  • Entre em contato com as pessoas, fale com elas.
  • Seja cético quando alguma coisa parece boa demais para ser verdade.
  • Consulte fontes confiáveis.
  • Familiarize-se com métodos de busca e pesquisa, além de novas ferramentas.
  • Comunique-se e trabalhe em cooperação com outros profissionais -checagem é um esporte de equipe.
  • E, o mais importante: verifique a fonte e o conteúdo!.

Em linguagem didática e com muitos exemplos e estudos de caso, o livro foi escrito por jornalistas de instituições como BBC, Digital First Media, ABC e Storyful, além de outros especialistas em comunicação e tecnologia, com a intenção de ajudar a todos nós a adquirir habilidades e conhecimentos necessários para separar as notícias dos rumores.

Beijos e uma linda quinta!!!!!

E conheça nosso instagram - cheio de verdades e imagens lindas!!!!

Rolezinho do Bem

16 de jan. de 2014


A onda de encontro de jovens em shopping centers, os chamados "rolezinhos", se espalhou pelo País. Há pelo menos 11 mobilizações previstas em nove capitais, além de São Paulo, até fevereiro. Alguns organizadores assumem um discurso de luta contra "a desigualdade social" e "solidariedade aos pobres" nas redes sociais.

O movimento mobilizou até o Palácio do Planalto, que teme que a atividade promovida pelas redes sociais ganhe dimensões de grandes manifestações políticas e ganhem a adesão dos "black-blocs".

O medo da presidente Dilma Rousseff é que, além de atos de vandalismo, grupos ligados ao crime organizado se aproveitem dos encontros para cometer crimes. Segundo Dilma, é preciso entender o fenômeno para evitar que ele fuja do controle.

Para evitar esse tipo de problema, o Diário do Comércio lança um desafio: por que os grupos, em vez de marcarem reuniões nos shopping centers, não se mobilizam para um "rolezinho do bem"? Poderiam surgir ações interessantes, como grupos de jovens de tênis modernos e correntes no pescoço fazendo fila para doar sangue, criar hortas comunitárias, ajudar vítimas de enchentes, pedalar por aí em grupos ou outras ações que, em vez de assustar a população, provocariam aplausos. Abaixo, seguem algumas sugestões.


Fonte: Diário do Comércio

O Brasil precisa desse "rolezinho"! Estamos juntos!!!!

DARIANE VALE - MODA E GESTÃO
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