Smurfette Fashion

Deu uma certa nostalgia quando vi a Smurfette no Editorial da Harpers Bazaar...
Ai, gente, como eu amava assistir o desenho fofo deles...
Agora sou mais fã ainda, sabendo que ela é fashionista!! Adorei!! E com o sonho de consumo de toda mulher: Sapatos!!

 Pumps: Dolce & Gabbana

 Sapatos: Lanvin
 Sapatos: Marc Jacobs
Boots: Louis Vuitton

Imagens: Harpers Bazaar

Mudando de assunto...

Olá amigos!!
Vocês devem ter acompanhado o que a mídia fala sobre a Juju e a Nicole. Bem, cada um tem sua religião, e quem somos nós para julgar os outros...
Enfim, ela continua sendo minha musa, linda, perfeita, e com certeza causa inveja à muitas e muitos!!
Linda!!!

Coaching, couseling e mentoring: as diferenças essenciais entre essas práticas

Hoje em dia, ao ouvirmos sobre o novo perfil das lideranças, seja em um congresso de Recursos Humanos ou numa simples conversa coloquial, é comum as expressões coaching, counseling e mentoring estarem sempre presentes. Não podemos negar que coaching lidera esse ranking. Apesar disso, podemos perceber nas reuniões com clientes ou mesmo em palestras e treinamentos, a necessidade constante de esclarecer as diferenças essenciais entre essas três práticas de liderança.
Sabemos que cada vez mais as empresas esperam do seu corpo de executivos a excelência na competência liderança e que sejam capazes de desenvolver equipes de alta performance. Ao contrário disso, a realidade nos mostra que cresce o número de indivíduos que, ao se desligarem das empresas, o fazem para se "verem livres" do modelo de gestão de suas lideranças. Falta de direcionamento, de orientação, de feedback constante, de uma gestão participativa, de estímulos positivos, de oportunidades desafiadoras, de confiança na liderança são algumas das principais queixas de liderados. As pressões sobre líderes e liderados são cada vez mais intensas. A necessidade de maior produtividade e melhores resultados são vitais. O que fazer para garantir que esse relacionamento seja eficaz e atinja os objetivos de todos: pessoas e organização?
O objetivo do presente artigo é esclarecer as diferenças dessas três práticas, para que líderes e liderados, conhecendo melhor seus papéis, consigam juntos alavancar seus desempenhos proporcionando a mudança tão almejada nessa parceria.
Coaching, counseling e mentoring envolvem uma relação de parceria de forma a garantir o desenvolvimento dos indivíduos para apresentarem melhores resultados e projetarem suas carreiras. Como nos diz Chiavenato, "o coaching e o mentoring surgem como padrões de relacionamento capazes de reduzir ou eliminar essa perda de sentido no comportamento organizacional, grupal e individual e aponta os caminhos do futuro e as trilhas que levam ao sucesso".
A prática do coaching objetiva o desenvolvimento das competências comportamentais e funcionais do indivíduo necessárias para o bom desempenho de suas atribuições, potencializando o seu desempenho, aumentando a sua produtividade e gerando melhores resultados. Envolve diretamente ações de desenvolvimento, como: treinamentos presencias, à distância, "on the job", feedback, autodesenvolvimento etc.
O mais importante é compreender que quando a performance do indivíduo está comprometida pela deficiência em alguma competência essencial para um desempenho eficaz, a prática adequada é a do coaching.
O counseling (ou aconselhamento) é uma prática que deve ser utilizada quando o comportamento ou a performance do indivíduo sofre uma mudança repentina para pior. Geralmente, essas mudanças ocorrem por motivos variados: desmotivação, problemas com a liderança, atribuições pouco ou nada desafiadoras, problemas pessoais, transição imposta para outros projetos ou áreas sem o interesse do indivíduo etc. A ferramenta mais apropriada para o counseling é o feedback. Inicialmente, se faz necessário que o líder converse com o liderando para apresentar a sua percepção, a partir dos fatos observados que demonstram a mudança no comportamento ou performance. Nesse feedback, ele deve identificar, junto ao liderado, os motivos causadores de tal mudança. São indicados uma negociação e um fechamento de um acordo entre as partes definindo ações para o retorno ao bom desempenho.
O mentoring ainda é a prática menos utilizada pelas lideranças nas organizações. Envolve uma mudança de cultura e disponibilidade dos altos executivos para assumirem o papel de mentores. O mentor não é necessariamente o líder imediato do indivíduo, mas um gestor experiente na organização que seja referencial no desenvolvimento de sucessores. O foco do mentoring não é tão somente o desenvolvimento de competências para o bom exercício de suas funções, ele visa o desenvolvimento de carreira e sucessão. Infelizmente, o fantasma da competição dificulta o encontro de líderes desenvolvendo pessoas para futuros sucessores, tornando o mentoring ainda raro nas empresas.
Para alcançarmos os resultados esperados a partir dessas práticas, o importante é o compromisso dos gestores com o seu papel de líderes educadores, realmente interessados pelo desenvolvimento das competências das pessoas e de suas equipes. Cabe ao liderado a responsabilidade pelo seu desenvolvimento. Qualquer ação de desenvolvimento para ser eficaz, depende do "querer mudar, crescer e vencer" do indivíduo. É uma questão de atitude e, fundamentalmente, uma relação de parceria.
Por: Bárbara Carissimi

Sorteio: Brinco dourado folheado SKMC

Meninas, olhem que brinco lindo!!!!!!!!!
Folheado, com garantia SKMC Store, e ele pode ser seu!!!

Participe do sorteio:
1. Dessa vez, o item obrigatório é SEGUIR o blog na lateral direita e preencher o formulário.
2. A cada divulgação sua, que pode ser quantas vezes quiser, deixe o LINK e preencha novamente o formulário. Confiro todos.
- Se quiser seguir no Facebook, é só Curtir aí do lado! Será um prazer!! Frase para divulgação do facebook: "Esse brinco pode ser seu! Participe do sorteio no blog http://migre.me/58oWQ, SKMC e @darianevale."
- Se quiser seguir no Twitter para saber as novidades do blog, é @darianevale. Link de divulgação do twitter: "Esse brinco pode ser seu! Participe do sorteio no blog http://migre.me/58oWQ, SKMC e @darianevale."

(No último sorteio, que é feito pelo Random.org, refiz o mesmo 4 vezes pois não seguiram as regras.)




Boa sorte e participem!!!!!
Encerrarei o sorteio no dia 15, e no mesmo dia mando o e-mail pro ganhador!!

Colares até R$ 50,00: SKMC

Olá queridos amigos!!!
Vim aqui mostrar pra vocês alguns colares exclusivos da SKMC Store de até R$50,00! Confiram abaixo:

Quem quiser adquirir agora, seguem os links:
1. Colar símbolo da paz duplo
2. Colar cruxifixo duplo
3. Colar da Rainha 
4. Colar Pinguim 
5. Colar envelope (AMEI!!)
6. Colar Paz
7. Colar envelope prateado

Lembrando que a SKMC Store preza pelo atendimento pessoal e diferenciado dos seus clientes, para que quando você compre nossos produtos tenha uma experiência positiva e relevante, única, com alto valor percebido, além de receber um produto de alta qualidade, "exclusivo", que atenda totalmente as suas necessidades e supere as expectativas.
Peças lindas e com garantia!!

Beijos e até o próximo post com mais um sorteio SKMC!!!!


Aniversário do Sou Chique Bem

Fui uma das convidadas pra participar do aniversário de 1 ano do blog Sou Chique Bem, da Danny Baracat, um amor de pessoa!! Contamos com várias empresas parceiras, e todas ganharam mimos adoráveis!!!! Agora tenho 15 esmaltes novos, e bom que ainda não tinha nenhum deles!!! Fiquei super feliz!!
Sem contar que o ambiente estava ótimo, com meninas super queridas!!!


Todas felizes com seus presentinhos!!




Esmaltes Big Universo (ganhei os craquelados!!)

A Danny e a mesa linda, recheada de presentinhos... 


Crepe delícia!! 





    Meus presentinhos... amei!!

E a cera para cutículas que a Danny fez e ensina a fazer aqui!! Pintei uma unha com o craquelado da Big Universo, louca pra usar todos já!!!


Bem, adorei encontrar vocês, e que venham mais encontros!! E sucesso pra Danny, essa pessoa maravilhosa que faz do seu blog o seu mundo, e compartilha conosco!! Mil beijos!!

Crenças

O que é uma crença?

É qualquer ideia em que você acredita.
Não estou me referindo apenas a crenças religiosas. Estou me referindo a algo mais amplo, que impacta toda sua vida,  e as crenças religiosas são apenas uma parte disso.

Uma crença nem sempre é verdadeira, algo que possa ser comprovada do ponto de vista lógico/ racional.
Às vezes é uma ideia absurda, quando examinada com frieza e objetividade. (Às vezes ???). 
Mas, se você acredita, ela é uma verdade para você e terá suas atitudes e seus comportamentos de acordo com essa “verdade”.

Crenças têm emoções associadas a elas.  Não são simples ideias ou pensamentos.  Por isso, costumam ser difíceis de se mudar.
Você defende e quer convencer os outros de como e porque você está certo.
Se alguém contesta suas crenças, a sua  tendência será de defendê-las  com alguma carga emocional.  Você fala com veemência, fica exaltado,  irritado, triste, etc. 

Algo que conflita com suas crenças provoca reações físicas e emocionais negativas.

Crenças são o porque de você fazer o que faz. E também o porque de você não fazer determinadas coisas.

Suas ações produzem seus resultados.
Para mudar seus resultados, você precisa mudar suas ações.
E se você não consegue fazer diferente, mesmo sabendo dessa necessidade?
Então você precisa mudar suas crenças antes.


Mizuji Kajii
http://www.mizuji.com/

Look!!

Fiquei um tempão sem looks por aqui, né?
Essa semana, em Brasilia, tivemos um evento mega especial com o percursionista de dança do ventre Bruno Braga no Mittelalter, uma taberna e casa cultural maravilhosa!







O meu look é todo da Bruunn'4, marca de roupas de Goiânia que adoro!! Tem na Feira da Lua e uma loja na cidade.
Beijão, espero que gostem!!!

Esmalte da semana!

Bem atrasadinhos, mas só agora consegui descarregar as fotos!!!
Detalhe: durou 10 dias sem nenhuma lasquinha! Adorei!!
Paz e amor+boho chic da coleção anos 70 Impala.

Beijinhos!!!

O paradoxo do nosso tempo

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

George Carlin

Quanto mais caro, melhor...

Um vinho de mil reais na loja especializada é melhor do que uma garrafa comprada no super em oferta...? Sim, O preço pode exercer efeitos surpreendentes na percepção de valor dos clientes. Os aportes da
neuro-economia ajudam a compreender melhor este fenômeno...
Caro, mas o melhor, sustentava um famoso slogan da empresa Grundig nos anos '80, ou "o barato sai caro", reza um conhecido provérbio popular. Estas frases tiveram, e ainda têm, uma grande influência na conduta de compra de muitas pessoas. De alguma maneira, refletem o forte vínculo que sempre teve o preço com o valor percebido dos produtos ou serviços.
Comerciantes e experientes em marketing por igual, confiaram por anos neste tipo de argumentos para apoiar suas estratégias, particularmente ao momento de competir com produtos ou serviços de menor preço. A avalanche de produtos provenientes de China foi um dos alvos preferidos deste tipo de frases, com
o objetivo de convencer aos clientes de que nem sempre resulta bom negócio pagar menos...
A Nobreza obriga, também costuma escutar-se a quem defendem a posição contrária, e utilizam o argumento: "leve-o igual, a única diferença é a marca". Mas, em definitiva, este último argumento é uma resposta à muito TEMPO arraigada NA percepção de que um preço mais alto indica maior qualidade.
Preços, vinhos e prazer: Ainda que resulte surpreendente, o preço pode influir, não somente na conduta de compra, senão também no prazer que sentimos ao momento de consumir um verdadeiro produto ou serviço. Antonio Rangel, um experiente no incipiente campo da neuro-economia, professor do instituto CALTECH - California Institute of Technology, realizou um estudo onde mediu a atividade cerebral de pessoas que provavam vinhos de diferentes preços. O estudo reuniu um grupo de voluntários, aos quais se lhes fez provar
diferentes vinhos, enquanto se monitorava, mediante um ressonador magnético funcional (fRMI), a região do cérebro associada às sensações prazerosas. Os cinco vinhos a provar mostravam etiquetas com diferentes níveis de preços, mas em realidade tinha somente três variedades, já que dois pares de vinhos mostravam preços diferentes, mas tinham o mesmo conteúdo.
Curiosamente, todos os participantes responderam (e isto foi verificado pelo resonador magnético) que os mais caros lhes resultavam mais prazerosos, ainda que sem sabê-lo em muitos casos estavam provando o mesmo vinho, só diferenciado pela etiqueta de preço. Em outro experimento, os sujeitos provaram os vinhos, mas sem nenhuma informação de preços.
Surpreendentemente, os de menor preço de mercado obtiveram a qualificação mais alta.
Desta forma, concluiu o estudo, o preço exerce uma grande influência na codificação cerebral do prazer associado ao consumo.
Comunicando valor: Além de seu papel fundamental nos resultados econômicos da empresa, as decisões de preços atuam como um poderoso mecanismo de comunicação para os clientes atuais e potenciais. Portanto, deve ter-se sumo cuidado que a mensagem que se está comunicando através do preço se encontre
perfeitamente alinhado com a estratégia comercial.
Se tento comunicar que sou o melhor técnico em reparação de computadores, mas meus honorários são notavelmente inferiores aos da média do mercado, provavelmente meus clientes (principalmente, aqueles que ainda não me conhecem) desconfiem da qualidade de meu trabalho.
Este papel do preço é particularmente relevante em contextos em que os clientes têm informação limitada para tomar uma decisão de compra, isto é que não conhecem em profundidade ao produto ou serviço. Nestes casos, a alta de outros elementos para avaliar as diferentes alternativas, o preço é uma das variáveis de maior peso nas decisões de compra. Isto ocorre, por exemplo, nos serviços ou produtos complexos, onde é difícil pra o comprador avaliar antecipadamente a qualidade (já que, pelo geral, não podem provar-se de antemão). Então, o preço pode ser o único indicador que utilize o cliente para tomar a decisão de compra.
No caso de situações em que os consumidores possuem grande experiência na compra do bem ou em transações entre empresas, onde participam compradores profissionais, o papel do preço como elemento de comunicação de valor tende a reduzir-se. Ocorre que, nestes casos, os compradores conhecem quase tanto
do produto ou serviço, como os comerciais, pelo que a transação se baseia em questões bem mais objetivas, como podem ser especificações técnicas ou planos.
Nestas situações, costuma dizer-se que se produz uma "commoditização" do produto, já que resulta bem mais difícil diferenciá-lo do que oferecem outras empresas. Portanto, cabe esperar que o comprador incremente seu poder de negociação, e a venda a realize quem ofereça o preço mais baixo, cumprindo com as especificações estabelecidas.

PROF. Ariel Baños
Fundador de fijaciondeprecios.com
<
http://www.fijaciondeprecios.com?www.sdr.com.br>
Professor da Escola de Negócios de IDEA <
http://www.ideared.org/>

Como polir ouro e prata


Depois de um certo tempo de uso a gordura de nossa pele deixa as joias opacas, com aquele ar envelhecido.
Se você quer ter suas joias sempre brilhando sem que nenhum produto químico seja usado ou sem aquelas ideias que parecem ser mágicas, mas acabam sempre por riscar ou fazer até coisa pior com as joias, siga essaa dicas e livre-se de uma vez do problema de ter seus aneis sem brilho e seus brincos sem vida!
1. Com uma flanela passe vinagre por toda a joia;
2. Com uma fralda de pano – dessas de criança – passe um pouco de baton e lustre toda a joia;
3. Passe base (maquiagem) no dedo e passe por toda a joia. Depois lustre com flanela;
4. Coloque um pouco de pasta de dente na joia e tire com a flanela. Com outro lado limpo, dê brilho.
5. Procure o polidor Brasso e passe por toda a joia (deve-se tomar cuidado pois o produto é corrosivo);
6. Limpe com um pedaço de seda.

Dessas opções, costumo usar o polidor, dá aquele brilho nas peças!!
Beijos!

Feriado!!

 Ótimo feriado pra vocês!!!

Como captar clientes no período de baixo movimento?

Mudar o tipo de público pode ser a solução!
Com as férias chegando, muitas empresas veem seu capital diminuindo. Segue algumas dicas para não deixar isso acontecer com a sua empresa ou seu negócio!!


“Atuamos no ramo de locação de materiais para festa e, em determinadas épocas, como nos meses de férias e feriados prolongados, a locação quase que vai a zero. A rentabilidade cai e as despesas aumentam. Como posso captar os clientes que permanecem na cidade e região e induzi-los a fazerem locações ou mesmo eventos nesses períodos de baixa?” 
“A melhor solução é diversificar sua linha de serviços oferecendo locações ou outros serviços que interessam a este público. Outra coisa a se pensar é identificar seu maior impacto em época de baixa demanda, como custos fixos, e dar outra utilidade que gere alguma receita, porém não mexa com o negócio
principal. As salas de cinema, por exemplo, sublocam suas instalações para empresas fazerem reuniões e apresentações corporativas durante as manhãs, quando não há sessão. As escolas fazem a mesma coisa quando não há aula. Se o seu material é de festas, que tipo de empresa se interessaria em locar seu
material ou instalações em época de carnaval ou férias? Podem ser hotéis, colônias de férias, clubes, empresas de recreação, etc. Basta mudar o tipo de público.”

Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper.

Competências: Valor Compartilhado


Há uma nova competência que toda organização pública ou privada deve ter, principalmente as de grande porte. Essa nova competência está brilhantemente descrita na Harvard Business Review BRASIL (1). Os autores, Michael E. Porter, professor da Harvard Business School, e seu colega Mark R. Kramer, consultor especializado em impacto social, abordam um tema bem distinto: repensar a natureza da empresa.  Segunda a dupla, os novos desafios do planeta exigem que a empresa busque o “Valor Compartilhado” – ou seja, que inove e gere valor econômico de uma maneira que também atenda aos anseios da sociedade (com o enfrentamento de suas necessidades e desafios). "É preciso reconectar o sucesso da empresa ao progresso social. Valor Compartilhado não é responsabilidade social, filantropia ou mesmo sustentabilidade, mas uma nova forma de obter sucesso econômico. Para que o valor compartilhado se materialize, líderes e gerentes terão de adquirir novas habilidades e conhecimentos. Já o poder público precisa aprender a regular de modo a fomentar - e não obstruir – o valor compartilhado”.  
Portanto, se a organização definir o Valor Compartilhado como uma das suas competências essenciais, ela, certamente, terá  um valor que será percebido pelo cliente ou usuário de seus produtos e serviços, terá também a competência para diferenciar a organização de seus competidores e para adquirir a capacidade de expansão. 
Ao falarmos sobre competências essenciais, e bom lembrar a questão do foco, como nos ensina Hamel e Prahalad, no livro - Competindo pelo Futuro. “Em termos práticos, se, durante o processo de definição das competências, uma equipe de gerentes identifica quarenta, cinquenta ou mais “competências”, provavelmente está descrevendo habilidades e tecnologias, e não as competências essenciais da organização. Por outro lado, se listar apenas uma ou duas competências, provavelmente está usando um nível de agregação demasiadamente amplo para gerar insights significativos. Normalmente o nível de agregação mais útil resulta em cinco a quinze competências essenciais.” ... 
Estamos convencidos de que, entre as cinco ou quinze competências essenciais, deverá estar o Valor Compartilhado. 

* Professor Sebastião Guimarães - www.tgtreinamento.com.br
(1) - Excertos de Harvard Business Review BRASIL – Janeiro de 2011  pág. 18 e 19. 

Verão 2012, o azul reinando!

A 31ª edição da São Paulo Fashion Week mostrou que no verão 2012 o céu é o limite. Céu mesmo, porque o azul imperou nas passarelas. E eu adoro essa cor!!
Tem como não achar lindas essas sandálias?

Gladiadoras Balenciaga

Apesar de não falar tanto dos desfiles, eu acompanhei TODOS. Adoro a cobertura da GNT, mas deixo pra eles que são especialistas todos os comentários e críticas. Dou minha opinião como compradora de moda USÁVEL, no entanto, selecionei os looks que mais gostei do desfile da ANIMALE no SPFW Verão 2012, com o azul reinando na passarela!!! E looks que com certeza eu usaria!


E vocês, gostam dessa cor, alegre, forte, enfim, a cara do verão?
Beijos!!!

Resultado do sorteio SKMC: pulseira dourada

E vamos ao resultado do sorteio?


Parabéns, Liana!!
E logo mais teremos outro sorteio em parceria com a SKMC!!!

Abraços!!

Para se destacar e dizer quem é você, primeiro faça o 'dever de casa'

Antes de chegar à entrevista de emprego, o candidato se preparou para falar sobre aptidões e habilidades, sobre a área de atuação e sobre empresa onde pretende trabalhar. Quando o recrutador pede para que ele fale sobre ele mesmo, surge um grande branco.
Mais comum do que se pensa, falar sobre si mesmo é a dificuldade de boa parte dos candidatos à entrevista de emprego. Pensando nisso, a Exame.com perguntou a alguns especialistas um guia prático do certo e o errado na hora de dizer ao recrutador “quem é você”.

1. Conhecer a si mesmo
Parece simples, mas o candidato precisa fazer um “dever de casa” antes de sair para a entrevista. “Ele precisa se conhecer o suficiente para saber o que falar sobre si mesmo sem ser prolixo ou perder a noção do tempo disponível”, diz Fernanda Amorim, diretora da consultoria de recrutamento Michael Page.
Fernanda sugere que o profissional pense na pergunta antes de qualquer entrevista, mesmo que seja no caminho para o local, e esteja preparado para destacar as suas habilidades, mas também saber suas fraquezas.

2.  Por onde começar?
Em um primeiro momento, quando o recrutador não direcionar a pergunta, a sugestão é falar de forma breve sobre a personalidade.
“O candidato deve resumir as suas características principais, de forma generalista e sem se alongar muito, dizer se é uma pessoa mais tranquila ou enérgica, por exemplo”, aconselha Rafael Meneses, sócio-gerente da consultoria de recrutamento Asap.
Segundo Meneses, quando a pergunta já for direcionada para os negócios, o profissional deve tomar cuidado para não se “enrolar” no subjetivismo. “Apresentar fatos concretos sobre a sua experiência anterior e exemplos de como uma situação foi conduzida consolida as informações”, explica.
Isso significa que não adianta elencar qualidades próprias sem apresentar situações ou resultados obtidos, de acordo com o consultor. Evitar excesso de “eu acho” e “eu penso” já é um bom caminho.
Se houver dúvidas sobre a intenção do recrutador, é permitido perguntar e tirar a dúvida. "Por onde você prefere que eu comece?" ou "você prefere que eu fale sobre meu perfil ou experiência profissional?" são algumas sugestões.

3. Falar sobre a carreira
Quando o recrutador pede para que o candidato falar sobre as suas realizações profissionais, ele não espera a descrição do que está no currículo em cima da mesa.
“A intenção é fazer um mapeamento do perfil do candidato, seja para saber sobre como é a forma dele lidar com situações, como para ver se há compatibilidade do perfil dele com o da empresa”, explica Fernanda.
A avaliação baseada nas competências do candidato, segundo Meneses, é cada vez mais utilizada para recrutar executivos de média e alta gerência. “Esse tipo de entrevista é baseado nas situações e serve para prever algum tipo de comportamento do profissional no futuro”, diz o consultor.
A sugestão é que o candidato esteja preparado para dar exemplos da forma como executa seu trabalho. Ele por contar, por exemplo, algum conflito que ele teve que resolver em experiência anterior e quais foram os resultados positivos obtidos.
“Ele precisa ter tranquilidade e maturidade para esse tipo de abordagem, inclusive para reconhecer fraquezas e apontar necessidades que tem a desenvolver ou que esteja aprimorando”, aponta Meneses.

4. O que é proibido?
Além do excesso de “eu acho” e do subjetivismo, os especialistas apontam que o candidato deve evitar assuntos polêmicos ou opiniões controversas.
Fernanda alerta também para a atenção ao relógio. “O profissional deve ser breve, falar o necessário sobre quem ele é, as áreas de interesse e experiências profissionais, mas sem se estender demais ou ser prolixo”, diz.
Uma estratégia de preparo antes de sair de casa é ensaiar a pergunta, em frente ao espelho, com o tempo máximo de cinco minutos. Se o recrutador quiser saber mais sobre algum ponto do que o profissional falou, ele irá pedir para discorrer mais sobre o assunto.
O candidato deve ainda fugir dos clichês, com atenção para não dar um tiro no pé e perder a mão na sinceridade. Os recrutadores entrevistam muitas pessoas e estão cansados de ouvir qualidades transformadas em defeitos apenas com o acréscimo da dimensão em excesso.
"Perfeccionismo" pode soar um falso defeito até para os verdadeiramente perfeccionistas. Exagerar nas qualidades também não é indicado.
“A qualidade será percebida pelo que o candidato diz e pelas situações que ele apresenta durante a conversa. Por isso ele deve equilibrar suas qualidades com os resultados em trabalhos anteriores e não cair na armadilha de apenas despejar pontos fortes no recrutador", aconselha Meneses.
Fonte: Exame.com

Mantenha a sua loja organizada!


Algumas vezes parece que você mora em sua loja. Você está lá de manhã cedo e vai embora tarde da noite. Na manhã seguinte, você está lá de novo. Por estar tanto tempo na loja (talvez até mais do que em sua própria casa), é difícil vê-la como um cliente a veria.
Pense sobre quando você visita alguém. Você percebe coisas sutis ou até mesmo óbvias que o dono não percebe: um quadro pendurado torto na parede, desordem em uma mesa ou um casaco dobrado sobre uma cadeira. O mesmo pode ser verdade para a aparência de sua loja.
Então, é chegada a hora de colocar a mão na massa e arrumar a casa. Este será um procedimento no qual a loja inteira sofre um processo físico de limpeza. A mercadoria, por exemplo, é espanada e arrumada.
Os móveis são lustrados e o chão encerado. Em algumas lojas, isto pode ser tão simples como trocar algumas lâmpadas; em outras, pode requerer uma pintura nova ou apenas uma lavagem dos tapetes.
Mas, lembre-se de uma coisa importante: a arrumação obriga você a enxergar sua loja com “novos” olhos para identificar mudanças necessárias. Quanto mais ela estiver organizada, mais capaz você será de estabelecer padrões de desempenho, fazendo seus vendedores focarem no atendimento e nas vendas.

Pense nisso, e ótima semana pra todos!!

De onde vem as boas ideias?

Pra começar a semana, deixo um vídeo que achei super interessante pra todos nós, seja você empresário, estudante, enfim, você quer saber de onde vem as boas ideias? Assista!!

Era do conhecimento exige novas formas de motivação

As organizações precisam de pessoas talentosas mais do que elas precisam das companhias.
Daniel Pink seguiu à risca o que vem disseminando em seus livros desde os anos 1990. Depois que deixou o trabalho no governo do presidente Bill Clinton, onde era um dos principais redatores dos discursos de Al Gore, seguiu carreira solo e passou a gerir o próprio destino. Como "agente livre" - termo criado em sua primeira obra para designar aqueles que decidem agir por conta própria quando o assunto é trabalho- vendeu mais de um milhão de exemplares de seus quatro livros, traduzidos para 31 línguas. Além disso, é editor colaborador da revista Wired.  
Seu livro mais recente, "Motivação 3.0", lançado em 2010 (Editora Campus), fala sobre o que move os profissionais na era do conhecimento. Para Pink, eles não se interessam apenas por dinheiro, embora pagar bem signifique liberar o funcionário da preocupação com a conta bancária em prol de um pensamento mais criativo e focado no trabalho. O escritor vai estar no Brasil pela primeira vez no dia 29 de junho no Fórum HSM Inovação e Crescimento. Antes de embarcar, ele concedeu uma entrevista exclusiva ao Valor de seu escritório, o Pink Inc. A seguir os principais trechos da entrevista:
Valor: O que mudou no mundo corporativo desde que "Free Agent Nation", seu primeiro livro, foi publicado?
Daniel Pink: Algumas mudanças importantes aconteceram nesses dez anos. Não existiam as redes sociais, os blogs, o Facebook. Os celulares já eram usados, mas sua penetração era muito diferente. No Brasil, hoje existem mais aparelhos do que habitantes. Os avanços tecnológicos ajudaram a aumentar o poder do indivíduo. Como não existe mais a ilusão do trabalho para a vida toda, é preciso usar mais instrumentos disponíveis para desenvolver o próprio trabalho.
Valor: Os "agentes livres" sofreram com a crise e os cortes nas terceirizações de serviços. Esse é o lado ruim de gerir a própria carreira?
Pink: Sim, não é muito seguro ser um agente livre. Você está exposto a um enorme risco, mas isso acontece também nos empregos corporativos. Quando você é demitido de uma grande organização, é um desastre. Mas se você trabalha por conta própria, a perda de um cliente ou de um consumidor é ruim, mas não o fim do mundo. As pessoas que trabalham sozinhas diversificam o risco. Outra mudança interessante é que o emprego corporativo e o do "agente livre" estão se tornando cada vez mais parecidos. Nos EUA, por exemplo, poucas pessoas querem ficar em uma empresa para o resto da vida. Elas preferem estar nelas por até cinco anos. Ao mesmo tempo, as companhias estão fazendo com que os indivíduos sejam cada vez mais responsáveis por sua própria educação e treino.
Valor: A lealdade com as companhias acabou, principalmente entre os jovens que pulam de um emprego para outro. Os ciclos mais curtos prejudicam a sua formação?
Pink: Em alguns casos sim. Entretanto, a natureza do aprendizado mudou. Tudo está mais rápido. As pessoas aprendem a usar o Twitter como ferramenta de marketing ou a tecnologia das redes sociais na prática. Obviamente existem coisas que demandam tempo e dedicação. Por outro lado, a velocidade das transformações está obrigando as pessoas a aprenderem quase em "tempo real". Para ser maduro, porém, é necessário ter experiência. O instrumental é mais fácil de desenvolver, enquanto a habilidade de lidar com pessoas demora. Talvez seja melhor ficar mais tempo em dois ou três lugares do que passar por sete.
Valor: O que motiva as pessoas no trabalho hoje?
Pink: Sem dúvida, o dinheiro é um fator importante. O problema é que ele não é tão efetivo como pensamos. Gestores acreditam que um jeito de fazer as pessoas melhorarem é as recompensando ou as punindo por suas performances. Algumas vezes, isso funciona, mas não tanto quanto acreditamos. É o que chamo de "If you do this you get that" (Se você faz isso ganha aquilo). Esse método é bom para quem realiza tarefas simples e mecânicas, mas deficiente para quem faz um trabalho mais complexo e criativo.
Valor: Com o senhor explica o conceito da motivação 3.0?
Pink: Nos primórdios da civilização, existia o que chamo de Motivação 1.0, movida pelo instinto biológico. Quando as pessoas começaram a viver em uma sociedade mais complexa, ela se tornou ineficiente, então surgiu a Motivação 2.0. Ela era baseada em recompensa e punição e se mostrou muito eficaz para o trabalho que as pessoas faziam nos Séculos XIX e XX. A Motivação 3.0 é diferente. Trata-se de perceber que, para trabalhos conceituais e pensamentos complexos como os realizados, hoje é preciso acionar outros gatilhos. As pessoas querem, por exemplo, dirigir a própria vida e aprender melhor algo que considerem importante. Elas também querem ver propósito no que fazem.
Valor: A meritocracia é relevante nesse novo contexto motivacional?
Pink: Ela é muito importante porque é um sistema justo. Mas apenas oferecer mais para as pessoas como recompensa não é uma forma efetiva de fazê-las realizar melhor suas tarefas. Se um gestor diz que vai dar US$ 10 mil de bônus para a melhor ideia, está fazendo tudo errado. Essa pode ser boa uma maneira de fazer as pessoas trabalharem mais, mas não de estimular o pensamento criativo. O que funciona é pagar melhor as pessoas e ter certeza de que elas não estarão pensando em dinheiro, mas sim no progresso de seu trabalho. O bom da meritocracia é que a pessoa que produz menos é demitida e a que tem uma performance superior é recompensada. Mas se o apelo do dinheiro for usado da maneira errada, poderá ter um efeito devastador na motivação.
Valor: Algumas pessoas se sentem altamente motivadas em atividades fora do trabalho. Como as empresas podem captar essa energia e obter a mesma empolgação no ambiente de trabalho?
Pink: Essa é uma pergunta muito importante. Acho que está relacionada com olhar o que as pessoas fazem fora e tentar entender porque elas gostam tanto daquilo. Acredito que fora da empresa as pessoas têm mais controle, então conseguem ter um senso maior de seu progresso. Se elas tocam um instrumento ou praticam um esporte, conseguem saber quando estão melhorando. O mesmo acontece com o trabalho voluntário. Elas se sentem contribuindo de forma efetiva para algo. A saída é mudar o ambiente de trabalho, dar mais autonomia, ser flexível no horário do expediente, permitir que as pessoas trabalhem com quem elas querem, além de dar feedbacks regularmente.
Valor: As companhias enfrentam a eterna disputa pelos talentos. Onde elas erram na hora de reter e atrair os melhores profissionais?
Pink: As organizações precisam de pessoas talentosas mais do que elas precisam das companhias. Para atrair os melhores, é necessário mudar o ambiente de trabalho e entender o que eles querem. Os líderes não devem apenas monitorar as pessoas, mas explicar porque elas estão fazendo aquilo e como elas podem melhorar sua atuação. Uma razão para que os talentos não parem nas organizações é que elas os tratam como trabalhadores industriais do Século XIX. Hoje, porém, eles têm personalidades e competências diferentes.

Fonte: Valor Online

Se jogue nos anéis!

Olá, amigos, tudo bem? Vim aqui mostrar a vocês alguns lançamentos de anéis exclusivos da nossa parceira 'Skmc Store'.
Aqui está o link dos produtos, aproveitem o fim de semana e se joguem nas compras! Eu garanto: as peças são lindas!
1. Anel dourado
2. Anel globo zircônia
3. Anel globo prateado
4. Anel prateado Spoon 
5. Anel coruja          
6. Anel prateado zircônia
7. Anel flor zircônias     
7. Anel pérolas

Aproveitando que a tendência agora é "quanto mais melhor", se joguem nos anéis!

E você já está participando do nosso sorteio??
É uma pulseira linda da nossa parceira Skmc!! Entre aqui e participe, boa sorte!!

Feedback Online


As empresas, de todos os lugares do mundo, querem engajar seus funcionários. Na medida em que você consegue construir o negócio ao mesmo tempo em que conduz os funcionários para o engajamento, então, temos uma situação ganha-ganha.
O Facebook já tem algo como 640 milhões de usuários no mundo todo. O Twitter recebe mais de 95 milhões de tweets a cada dia, e Yelp, um site que destaca o feedback em provedores de serviços, já passou dos 50 milhões de usuários mensais. A mídia social, de uma forma ou de outra, sem dúvida, chegou para ficar. De fato, 90% de consumidores online confiam nas recomendações de pessoas que conhecem e 70% confiam nas opiniões de usuários desconhecidos.
Num passado recente, marcas, especialmente as do setor de hospitalidade, tiveram que acreditar em pequenas amostragens de relatos de compradores, pesquisas de dados e ou em fichas de avaliação inconsistentes para avaliar as perspectivas do consumidor. Agora, com todos estes websites devotados para revisões e comentários de consumidores, cada um acaba se tornando um crítico. Mais ainda, o alcance e influência destas críticas do consumidor estão crescendo em ritmo vertiginoso por meio da mídia social. É importante capitalizar o conhecimento sobre estas informações em tempo real e as apresentar de uma forma compreensível e acionável.
Ao mesmo tempo, existem relatos abundantes dos efeitos na motivação e engajamento dos funcionários e dos resultados no atendimento ao cliente. Entretanto, uma empresa descobriu que conectando os funcionários, diretamente ao que os clientes estão comentando, online, aumentou o sentimento de propriedade da equipe e o relacionamento com o cliente. Esta empresa, Parasole Restaurant Holdings, localizada em Minnesota, é fundadora de uma rede de restaurantes ecléticos e de vanguarda que inclui o Buca Di Beppo.
Em parceira com a newBrandAnalytics, Parasole, e uma forma eficaz, captura uma visão em tempo real do feedback de seu cliente online e a sintetiza, gerando insights acionáveis que podem, imediatamente melhorar a satisfação do cliente e aumentar a receita.
Muitas empresas como a Parasole, também estão vendo que compartilhar feedback do cliente online por meio dos canais da mídia social com seus funcionários, dá a elas um senso renovado e sustentável de motivação e sentimento de propriedade sobre o serviço ao cliente e uma visão geral da experiência do cliente", explica Ashish Gambhir, co-fundador da newBrand Analytics.
De posse deste tipo de feddback, os funcionários da Parasole agora entendem a importância da experiência do cliente porque eles podem lê-lo diariamente na Internet.
Aqui está um grande desafio para as empresas no setor de serviços que poderão também experimentar o poder do feedback online do consumidor e melhorar seus níveis de serviço e de atendimento. 

Copyright 2001 by The Herman Group. Artigos de Joyce Gioya, Business Futurist e consultora associada da TDC Capacitação Profissional.

Suspiros...

... ao ver esse Manolo Blahnick!
The Coveteur
Lindo, gente!!
Beijos!!

Today is my birthday!

Hoje completo mais um ciclo de vida, e quero deixar aqui uma música que sempre me marcou!
Um ótimo dia a todos!!
Beijos!!

My nails parade!

Em homenagem à Nails Fashion Week, fiz o meu desfile!!
A unha "inglesinha" que tanto amo!!!

Competência ou os ventos ajudaram?

O número de brasileiros conectados a internet vem crescendo a cada dia, com isso aumenta a necessidade das empresas investirem em e-commerce. O Brasil é um dos melhores mercados para esse tipo de negócio, pois há muita gente na rede e são os internautas que mais compartilham conteúdos, fazendo com que aquelas ideias que atendem as necessidades do público alvo façam sucesso e chegue ao conhecimento de muita gente cada vez mais rápido.
 O Site de Compras coletivas Peixe Urbano é um grande exemplo dessa capacidade viral do brasileiro, pois a ideia foi lançada e rapidamente todos começaram a espalhar na rede. A ideia de fazer compras com desconto agradou e todos queriam indicar a experiência não só para 5 ou 10 pessoas, mas para todos os seus seguidores no Twitter, seus contatos do Facebook , Orkut , blogs e mídias afins.
Levando em consideração que o brasileiro ama levar vantagem em tudo, um negócio que vende cupons para comprar produtos ou serviços com descontos consideráveis tem tudo para dar certo, no entanto é preciso estar atento a alguns fatores do E-commerce para atender de modo satisfatório o público alvo e fazer a ideia solidificar-se.
O fator segurança deve ser muito bem elaborado, é necessário despertar no consumidor a sensação de estar em uma transação segura, porém esses filtros de segurança não devem ser algo que dificulte a compra, pelo contrário, deve trazer segurança e rapidez, pois o E-consumidor tem pressa. No caso do Peixe Urbano as compras são realizadas no cartão de crédito ou débito, as transações são feitas através do PagSeguro, um serviço já conhecido e referencia em segurança nas operações desse tipo. O fato do pagamento ser feito exclusivamente em cartão e com uma prestadora de serviço consolidada, torna a transação rápida e segura, atendendo os desejos dos clientes.
O Peixe Urbano é uma das ideias na área do E-commerce que mais deram certo nos últimos tempos, seu crescimento foi muito rápido e representa um verdadeiro Case da área dos negócios, a ideia central do site é proporcionar ao cliente a oportunidade de desfrutar opções de sua cidade até então fora de seu alcance por questões financeiras, e por outro lado, isso atrairia novos clientes para quem ofertasse os descontos.
No entanto por parte dos empresários a estratégia não tem sido muito bem sucedida, ao contrário do que foi falado por Júlio Vasconcelos, há relatos de muitas empresas que aderiram a ideia do site e ficaram no prejuízo, e a explicação é lógica: se alguém espera sair uma promoção no Peixe Urbano para ir jantar em um restaurante X, certamente não está dentro do público alvo do mesmo, ou seja, dificilmente esse cliente voltará, o prejuízo se caracteriza ainda no fato dos descontos serem tão agressivos que ficam as margens dos preços de custos do produto ou serviço em oferta, tirando toda e qualquer possibilidade de lucro por parte do empresário. A esperança deles é de que quem chega ao seu estabelecimento com o cupom em mãos, vá além daquela oferta e compre outros produtos disponíveis em seu portifólio ou ainda, que sendo bem tratados façam a propaganda boca-a-boca, que diga-se de passagem é a mais eficaz.
Um fator crítico da venda de cupons de descontos é a questão do atendimento, o Peixe Urbano quer vender novas e boas experiências para seus clientes, no entanto não pode assegurar o sucesso total dessa aquisição, pois está além de seu alcance fiscalizar o atendimento prestado. Algumas empresas tem a visão de tentar assegurar o melhor atendimento possível a esse cliente para cativa-lo, mas nem todas são assim.
Enfim, os fundadores do Peixe Urbano tiveram a ideia e souberam cercar-se de pessoas competentes, o que ajudou o site a tornar-se um sucesso foi o fato dele ter sido o primeiro a inserir essa idéia no mercado brasileiro, idéia essa que foi copiada dos Estados Unidos. O Julio Vasconcelos tem uma ótima formação acadêmica, porém prega algumas coisas insanas, como o fato de não ser tão importante assim investir em marketing, porém ressalta que deve-se focar no produto, pois é importante ter um produto de excelência, fica a pergunta: sendo o produto um dos compostos do Mix de marketing, investindo nele eu não estou investindo em Marketing? Ele se contradiz. Talvez tenha confundido marketing com propaganda, ato imperdoável para uma pessoa especializada em marketing no Vale do Silício. Outra idéia que vai contra os preceitos da administração é a de que um plano de negócios não é essencial para o sucesso de uma empresa, como alguém pode dirigir um barco sem saber o rumo? Quantas e quantas empresas acabam falindo por falta de planejamento? O plano de negócios serve para nortear, definir onde a empresa quer chegar e as estratégias a serem adotadas. Tudo bem que falando de e-commerce as coisas mudam muito rápido e o negócio precisa ser flexível, mas não deixa de ser necessário saber seu foco. Ao final da palestra o Peixe Urbano não pareceu ser algo tão inspirador assim, apenas uma idéia que deu certo por que os ventos ajudaram.
 Fonte: Administradores.com

Wish list

Uma ótima semana a todos!!!!

Imagem: divugação


Look inspiração para hoje!

Trocaria a sandália por uma open boot com meia calça preta (porque tá muito friozinho na cidade...). Linda pra arrasar na noite dos namorados!!
Cupcakes and Casmere

Última chamada!!

O dia dos namorados está chegando, a bate aquele ar romântico em todos...
Sempre deixamos pra última hora, então seguem algumas dicas!

Para ele...
imagens: google
 Aparelho de barbear, cesta de café da manhã (que você mesma pode fazer!), caixa de vinhos.

Para ela..

 Anéis de bichinhos e com pedras (os da foto são da loja SKMC Store).
 Colar de bolsinha (achei lindo!!)- esse é da SKMC Store

E pras meninas que não tem namorado...
Que tal chamar as amigas e passar o dia curtindo??

Enfim, tudo de bom pros casados, namorados e solteiros!!
Carpe diem!!

Iguais, porém diferentes


Você já viu essa história: duas pessoas com a mesma origem, a mesma educação, a mesma formação escolar e acadêmica e as mesmas oportunidades na vida.  E por que um deslancha na vida, enquanto o outro na maior parte do tempo patina sem sair do lugar? Qual a diferença, o fator determinante para isso? Alguns diriam que é sorte. Os que se derrotam, principalmente, são os primeiros a acreditarem nisso, delegando toda possibilidade de sucesso a fatores externos, como a decisão a ser tomada pelas pessoas do seu entorno, ou a decisão do tempo.
Mais que a competência do conhecimento lógico e racional, representada pelo quociente de inteligência (QI), o que faz grande diferença nessa conta é a capacidade de estabelecer relacionamentos. E quando falamos de relacionamentos, falamos tanto daquele que é empreendido consigo mesmo, com vistas ao controle dos nossos impulsos, como aquele que é empreendido com o entorno, e que se materializa pelo exercício de compaixão e o estabelecimento de empatia com todos aqueles com quem nos relacionamos.
A inteligência intrapessoal, que é nossa conversa interior, somada à inteligência interpessoal, que dá o tom nos nossos relacionamentos, compõe o nosso Quociente Emocional, o nosso QE. É o ponto em que até mesmo os “iguais” tornam-se diferentes.
Na hora de escolher entre dois profissionais tecnicamente iguais, tanto nos momentos de contratação como de desligamento, normalmente permanece aquele que possui maior capacidade de integração, já que ela potencializa a sinergia entre as inteligências do grupo. Sinergia, como sabemos, é uma conta que envolve soma e multiplicação simultaneamente.
A atenção ao componente relacional, que nos ajuda a enxergar o nexo que existe entre os componentes de uma equipe, fazendo cada um perceber o todo, é uma das habilidades mais valiosas em empresas e instituições onde o produto final é fruto de trabalho coletivo. Gênios com maior habilidade nessa ou naquela especialidade, caso não aprendam a compartilhá-la, bem como estimulá-la também nos demais, correm o risco de acabarem isolados, hermeticamente fechados em seu mundo.

Sucesso é uma comemoração que se celebra em grupo, em equipe. Comemorar sozinho não tem a menor graça. E você? Como tem cuidado desse importante componente do seu sucesso?

Autor: Eduardo Zugaib (Profissional de comunicacão, escritor e palestrante motivacional)
Fonte: Portal HSM - 6/06/2011

Wish list: fim de semana na praia

Quem mora no cerrado morre de desejo de estar na praia (bem, é o meu caso!)
Pra quem tem essa oportunidade, aproveite...
Eu fico aqui com as imagens lindas... Beijos!!


imagens: Achados de Decoração